30 de mar. de 2010

Vi e Aprovei...

O filme conta a historia de uma menina na sua infância não teve condições de comprar aquilo que ela gostava. O tempo passa e ela se torna uma consumista em potencial, no qual esse consumismo acarreta graves problemas na sua vida social pessoal e amorosa. Black trabalha em uma revista medíocre, mas ganha a oportunidade de trabalhar em outra revista sobre finanças, na qual assina uma coluna intitulada: Garota do Echarpe Verde. Mas finalmente ela recebe um convite para trabalhar na revista que ela é apaixonada desde criança. A Alete. Mas essa decisão poderá acarretar grandes problemas, pois ela se apaixonou pelo o seu chefe, da revista de finanças, o qual não sabe que ela deve rios de dinheiro.
O filme retrata muito bem o consumismo, mostrando não só a sua face glamurosa, mas também a destrutiva. Depois de muitas confusões envolvendo a sua família, sua melhor amiga e seus dois empregos, ela resolve se livrar de todos os objetos que tinha adquirido por anos de consumismo e saldar as suas dívidas. Finalmente ela vê que na sua vida o consumismo não foi bom e ela se redime e consegue vencer esse problema. Rejeita seu emprego dos sonhos e termina com seu chefe. Um filme imperdível.


Ps. Este post foi originalmente escrito para um trabalho de português na qual deviámos fazer uma resenha crítica do filme. Valia 5,0 e eu tirei 4,9. Sonhei por um ano e meio em assitir esse filme e finalmente consegui. Xoxos.

FDS

E quando eu pensava que era necessário muito para ser feliz: Uma bacia de pipoca com Coca-Cola, prova o contrário. Ótimo domingo.*____*



De Pessoa as Pessoas...


POEMA EM LINHA RETA 

Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

Fernado Pessoa

Ps. Esse poema resume quem sou, o que penso, vivo, sinto e presumo.


Obturação

Minha obturação caiu mais uma vez, e eu fiquei no chão da sala procurando, para levar para casa e colocar embaixo do travesseiro para a fada do dente me dar um dinheirinho, se ela soubesse o quanto eu estou necessitado. Mas infelizmente eu não achei. Se eu quiser dinheiro vou ter que trabalhar. Há e esse odontologista vai se ver comigo se essa obturação cair novamente isso é #fato.



26 de mar. de 2010

Tempos Modernos


#Porque o Twitter é a lápide do trivial.
#Porque é educado avisar que não estamos no corpo e que já voltamos.
#Porque devolvemos os peixes pequenos ao mar.
#Porque sou conciso desde que assobiei.
#Porque deixo reverências ao crepúsculo, que pode vestir árvores.
#Porque o palavrão é curto e o medo é rápido.
#Porque a preguiça é longa e precisa de poucas palavras.
#Porque não sei dizer bom dia sem perguntar o que minha mulher sonhou.
#Porque não sei dizer boa tarde sem perguntar o que minha mulher almoçou.
#Porque não sei dizer boa noite sem rezar por ela.
#Porque o espelho do feio é o retrovisor do carro.
#Porque em toda a carteira há um vale a ser descontado.
#Porque as informações importantes cabem num rótulo de cerveja.
#Porque a grande obra passa a sensação de ter sido feita num final de semana.
#Porque a boa ação me deixa mais envergonhado do que o pecado.
#Porque a paixão não tem memória, não vai me prevenir para a próxima.
#Porque amar é conhecer desconhecendo.
#Porque odiar é desconhecer conhecendo.
#Porque o que é bonito assusta, como a tempestade.
#Porque um vizinho nunca será seu leitor.
#Porque jazigos não podem ser alugados.
#Porque meu pai tinha mais segredos no escritório do que janelas.
#Porque é um modo de curar a paranóia, realmente estão nos seguindo.
#Porque nos perdemos para despistar o passado.
#Porque os anéis são a velhice dos brincos.
#Porque o gemido é a alegria da dor.
#Porque os gatos são câmeras pela casa.
#Porque um bilhete de suicida tem que ser escrito todo dia.
#Porque quando uma amiga está interessada em mim sente culpa e pergunta sobre a namorada.
#Porque olhar é julgar as palavras e perdoar as aparências.
#Porque a geladeira vazia tem mais luz.
#Porque não nasci o suficiente para emprestar nascimentos.
#Porque o samba está numa caixa de fósforos.
#Porque não há como chorar sem fungar.
#Porque fumar é o telhado do suspiro.
#Porque as formigas ruivas são terra transparente.

Fabrício Carpinejar

 Achei esse texto do Carpinejar, simplifica muita coisa, né? #viciadoemtwitter

Fenômenos não tão metereólogicos...

Nimbos no meu coração, nirros no meu sorriso. Tempestade na minha cabeça. Tufão no meu temperamento, garoa é a minha alegria. Granizo a minha coléra. Ciclones se formam dentro de mim. Da minha boca, as vezes saem raios e trovões. Nuvens negras, anunciam as tempestades que vem pela frente. No fundo eu não passo de uma leve garoa que o vento leva embora. Afinal que fenômeno me identifica? Me desculpe, mas um só é pouco e se porventura for todos, ainda não é demais.

#múanadepressão




Dúvida ▬ Cruel


Por que nao te callas?

Pergunta de mim para mim...


23 de mar. de 2010

Comemoração... ♥ 300

Não! Não se trata daquele filme de guerra. Estou emocionado, nunca esperei que chegasse tão longe, mas cheguei. E hoje eu tenho o orgulho de dizer, que cheguei ao post 300. Depois de muito escrever bobagens e de vez em quando coisas significantes, cheguei aqui. E para comemorar esse marco, preparei um conto de minha autoria para publicar. Esse ainda não é aquele conto que eu prometi que dividiria em várias partes, ele ainda está incompleto e não me sinto inspirado para escrevê-lo, mas cá entre nós eu gostei desse conto, que você lerá logo abaixo. #please! Gostaria que vocês expressassem através de comentários se gostariam que eu continuasse esse conto SIM ou NÃO. Sua opinião é muito importante. Se por acaso vierem muitos SIM, terei o prazer de continuar a escrever esse conto. Desde já grato. Não poderia deixar de expressar o meu agradecimento a todos os que passam, ou já, passaram pelo o meu espaço. Muito, mais muito obrigado. Mais uma vez repito: Vocês são a causa da minha escrita. Um agradecimento especial a José Almir (mais uma vez), a Ailma, Jeniffer, Marineve e tantos e tantas por me ler. E a você que está lendo agora. OBRIGADO. Eis o bendito conto...

NOITE CHUVOSA

Ele estava muito tenso com o que havia acontecido durante a maior parte do seu dia. Não conseguia se quer um minuto parar de pensar nela e no que ela poderia estar a fazer. E para piorar a situação o céu e ameaça a chover bastante estava muito nublado, grandes relâmpagos e fortes trovões. Ele não suportava tempestades. Foi então que decidiu ir embora para casa, com a iminente ameaça de um temporal, mas ele nem imaginava o que o destino lhe preparava para aquela noite. Ao cruzar o portão de saída, quem ele encontra? Ela! Sim, justamente ela a quem ele passou o dia todo pensando, mas estava querendo evitar. E justo agora em uma grande tempestade estavam frente a frente, e não sabia o que dizer. Rapidamente ele disse um oi super envergonhado e saiu. Ela descera de um carro de desconhecidos e adentrou a lanchonete em que anteriormente estava o seu amado, com quem ela nunca havia nem imaginado que pudesse assim ser. Então fatalmente começou a pingar fortes gotas de chuva e ele teve que retornar mais que depressa para a lanchonete.

Tentou chamar um táxi, mais foi em vão, estava chovendo muito forte, e os transportes estavam lotados e não paravam de jeito nenhum. E de repente ele estava ali, novamente frente a frente com o seu amor platônico, aquela que ele jamais teve o mínimo de coragem para dizer que amava. E como amava. Foi ai que o inesperado aconteceu. Ela o chamou para sentar na sua mesa, pois apesar de ter vindo acompanhada, estranhamente ela estava ali sozinha. Ele tonto pelo o seu perfume e mais ainda pelo o inesperado convite não hesitou um só segundo e apressadamente sentou ao seu lado. Apesar de estar ao lado dela ele ainda estava muito envergonhado e não parava de olhar para o chão, para quebrar o gelo pediu para que o garçom trouxesse duas cocas. Foi ai que eles descobriram a primeira, das muitas coisas que tinham em comum. Amavam Coca-Cola.
Como por um milagre, a timidez dele sumiu e eles conversaram por bastante tempo, enquanto lá fora chovia a bicas. Os dois ficaram abobalhados com tanta coisa que eles tinham em comum. Adoravam seriados, filmes românticos, Twilight e comer bastante besteiras. E também odiavam as mesmas coisas, tais como, colheita feliz, mostarda, orégano na pizza e pessoas chatas. Ele, porém apesar de ter ficado mais desinibido, ainda confabulava com seus botões se esse era o momento certo para se declarar de vez, e dizer tudo o que sentia por ela. Mas ele nem imaginava que o sobrenatural do amor, já havia acontecido.
Enquanto os dois conversavam o cupido já havia a flechado também. No momento exato que ele ia dizer que a amava, eu pude ouvir vozes em uníssono que diziam. ESTOU A FIM DE VOCÊ. Quando os dois perceberam que tinham falado ao mesmo tempo, ficaram muito envergonhados. E perceberam que até nisso eles tinham sintonia. Nesse exato momento abriu-se um grande relâmpago que cortou toda a lanchonete. E finalmente como quem não quer nada eles se viram perdidamente apaixonados um pelo o outro. Como uma linda melodia suas bocas foram se aproximando, vagarosamente ate que... uniram-se num lindo e caloroso beijo. E no fundo podia-se ouvir o ronco de um grande trovão.
(...)

Gostou? Por favor me responda, sinceramente se quiser que eu continue ou que eu para para sempre! E que venham milhares de mais posts, estou emocionado, de verdade. Vou contar um segredo, esses dias eu estava pensando em fechar esse blog e desistir de tudo, mas ao escrever os últimos posts, bateu aquela lembrança dos primeiros dias e como escrever é gratificante e logicamente eu desisti. Fechar o blog? Nunca na galáxia...

Faço minha as palavras de Fernando Pessoa

ISTO
Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.

Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.

Por isso escrevo em meio
Do que não está ao pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
I love You Blog Atrevido e Meio ♥

22 de mar. de 2010

Final de Semana



Para mundo; que eu estou tonto e quero descer. Os últimos acontecimentos me deixaram de cabelo em pé. O final de semana foi um tédio, muita, mais muita chuva, no sábado perdi um "show" por que a minha rua ficou ilhada por conta da grande quantidade da chuva, chegando quase a altura da cintura. O domingo foi um tédio mortal, passou o dia inteiro chovendo e não pude sair de casa para canto nenhum, só restou a igreja a noite, quando a chuva tinha dado uma amenizada. Foi marromenos. Para variar hoje dormi até meio-dia, estou sofrendo de crise da inspiração. Ninguém merece. E ao chegar a escola recebo a noticia que tem uma prova surpresa de matématica, OMG. Bomba! Como era que eu ia saber que iria ter essa prova, como diria a Anamara é o cúmulo do absurdo. E para terminar com essa epopeia ontem eu ainda perdi a entrevista do Robert Patison no Fantástico e depois não tinha nada de bom para assistir na TV. Mas vamos falar das migalhas de alguma coisa boa, ontem a tarde eu assisti um programa na MTV a TV dos ovos de ouro chamado 5ª Categoria, já tinha ouvido falar sobre, mas nunca tinha visto. É um programa maravilhoso, me apaixonei pelas as brincadeiras e não vejo a hora de poder tentar realizá-las com meus amigos. Você tem que assistir. E falando a verdade, só de ter assistido a esse programa na MTV meu final de semana, apesar dos pesares valeu a pena. Espero poder voltar em breve com novidades.

Ps. Estou com dois contos, tentando decidir qual dois dois eu publico amanhã, na comemoração dos meus 300 posts. #help

19 de mar. de 2010

Pane no meu sistema...

 
 
 
Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga...
Não senhor, Sim senhor
 
Pitty - Admirável Chip Novo